O elemento comum de quase toda a "house music" é uma batida 4/4 gerada numa bateria eletrônica, completada com uma sólida (muitas vezes também gerada eletronicamente) linha de baixo e, em muitos casos, acréscimos de "samplers", ou pequenas porções de voz ou de instrumentos de outras músicas. Representa, de certa forma, também uma evolução da disco music dos anos 70. A maioria dos projetos (desenvolvidos por DJs e produtores) e grupos de house music têm como origem a Itália, a Alemanha, a Bélgica, além dos EUA e Reino Unido.
Funky-House
Tech-House
Disco-House
Progressive House: A história do House Progressivo começa no início da década de 90. O primeiro trabalho a levar este nome é o Not Forgotten, o primeiro single do Leftfield (que hoje em dia faz um som mais para o Electro, Dub e o Techno).
Logo em seguida, apareceram na Inglaterra vários discos com a mesma proposta: pegar o House estado-unidense e dar a ele uma cara mais viajandona, abusando de efeitos de estúdio, de acordes agressivos e arranjos sofisticados. As principais inspirações eram o Dub e o Trance, que estava nascendo na Europa. O Progressivo surgiu como oposição ao Breakbeat Hardcore do The Prodigy e Altern 8, que dominavam as festas naquele tempo, virando mania nos clubes ingleses.
Por volta de 1994, ele deu uma saturada, pois parte dele ficou andando em círculos enquanto a outra havia sido comercializado demais e podia-se ouvir seus timbres em várias músicas da parada pop inglesa. Artistas como Leftfield, Underworld e Slam, que no começo alavancaram o House Progressivo, estavam buscando outro rumos.
Em 1998, é lançado Scared, do Slacker, e com isso o termo "Progressivo" volta à cena. Sasha, com seus remixes e long sets, abandonava de vez o Trance, que caracterizou seus sets entre 1994 e 1998, e investia num som mais trabalhado, de evoluções harmônicas mais discretas. E, em Londres, Digweed alavanca seu projeto "Bedrock", que era o nome do seu clube semanal, selo e o projeto de estúdio. Esse último teve Heaven Scent como um dos melhores singles do ano. Na seqüência, Lee Burridge, Craig Richards e Danny Howels vêem suas carreiras decolar, os dois primeiros graças a Tyrant, festa de Sasha, onde eram residentes; e o último graças a Bedrock, clube onde era residente. Enquanto isso o selo de Digweed lançava singles de primeira, como os de Jimmy Van M, Austin Leeds, Moonface e Steve Lawler, além do seu Bedrock, com Voices.
Outro responsável pela volta do House Progressivo foi o alemão Timo Maas, como sua versão de Dooms Night para Azzido da Bass, além de seus próprios singles como Ubik, Riding on a Storm, The Dance e Der Scheiber. Outros nomes são Anthony Pappa, Peace Division, Cass & Slide, Tilt, FC Kahuna, Medway, James Holden, Schiller, DJ Remy e Sander Kleinenberg.
Umas das coisas mais interessantes no House Progressivo é que ele não é um som tão fácil de rotular ou definir a partir de certos sons, técnicas de produção, tipo de batida ou velocidade de bpm. Isso faz com que coisas diferentes entrem nos sets de DJ's de House Progressivo, assim como muitos DJ's do mais diversos estilos sempre acabam hora ou outra tocando algum hit "progressivo".
Logo em seguida, apareceram na Inglaterra vários discos com a mesma proposta: pegar o House estado-unidense e dar a ele uma cara mais viajandona, abusando de efeitos de estúdio, de acordes agressivos e arranjos sofisticados. As principais inspirações eram o Dub e o Trance, que estava nascendo na Europa. O Progressivo surgiu como oposição ao Breakbeat Hardcore do The Prodigy e Altern 8, que dominavam as festas naquele tempo, virando mania nos clubes ingleses.
Por volta de 1994, ele deu uma saturada, pois parte dele ficou andando em círculos enquanto a outra havia sido comercializado demais e podia-se ouvir seus timbres em várias músicas da parada pop inglesa. Artistas como Leftfield, Underworld e Slam, que no começo alavancaram o House Progressivo, estavam buscando outro rumos.
Em 1998, é lançado Scared, do Slacker, e com isso o termo "Progressivo" volta à cena. Sasha, com seus remixes e long sets, abandonava de vez o Trance, que caracterizou seus sets entre 1994 e 1998, e investia num som mais trabalhado, de evoluções harmônicas mais discretas. E, em Londres, Digweed alavanca seu projeto "Bedrock", que era o nome do seu clube semanal, selo e o projeto de estúdio. Esse último teve Heaven Scent como um dos melhores singles do ano. Na seqüência, Lee Burridge, Craig Richards e Danny Howels vêem suas carreiras decolar, os dois primeiros graças a Tyrant, festa de Sasha, onde eram residentes; e o último graças a Bedrock, clube onde era residente. Enquanto isso o selo de Digweed lançava singles de primeira, como os de Jimmy Van M, Austin Leeds, Moonface e Steve Lawler, além do seu Bedrock, com Voices.
Outro responsável pela volta do House Progressivo foi o alemão Timo Maas, como sua versão de Dooms Night para Azzido da Bass, além de seus próprios singles como Ubik, Riding on a Storm, The Dance e Der Scheiber. Outros nomes são Anthony Pappa, Peace Division, Cass & Slide, Tilt, FC Kahuna, Medway, James Holden, Schiller, DJ Remy e Sander Kleinenberg.
Umas das coisas mais interessantes no House Progressivo é que ele não é um som tão fácil de rotular ou definir a partir de certos sons, técnicas de produção, tipo de batida ou velocidade de bpm. Isso faz com que coisas diferentes entrem nos sets de DJ's de House Progressivo, assim como muitos DJ's do mais diversos estilos sempre acabam hora ou outra tocando algum hit "progressivo".
Electro-House: A história do House Progressivo começa no início da década de 90. O primeiro trabalho a levar este nome é o Not Forgotten, o primeiro single do Leftfield (que hoje em dia faz um som mais para o Electro, Dub e o Techno).
Logo em seguida, apareceram na Inglaterra vários discos com a mesma proposta: pegar o House estado-unidense e dar a ele uma cara mais viajandona, abusando de efeitos de estúdio, de acordes agressivos e arranjos sofisticados. As principais inspirações eram o Dub e o Trance, que estava nascendo na Europa. O Progressivo surgiu como oposição ao Breakbeat Hardcore do The Prodigy e Altern 8, que dominavam as festas naquele tempo, virando mania nos clubes ingleses.
Por volta de 1994, ele deu uma saturada, pois parte dele ficou andando em círculos enquanto a outra havia sido comercializado demais e podia-se ouvir seus timbres em várias músicas da parada pop inglesa. Artistas como Leftfield, Underworld e Slam, que no começo alavancaram o House Progressivo, estavam buscando outro rumos.
Em 1998, é lançado Scared, do Slacker, e com isso o termo "Progressivo" volta à cena. Sasha, com seus remixes e long sets, abandonava de vez o Trance, que caracterizou seus sets entre 1994 e 1998, e investia num som mais trabalhado, de evoluções harmônicas mais discretas. E, em Londres, Digweed alavanca seu projeto "Bedrock", que era o nome do seu clube semanal, selo e o projeto de estúdio. Esse último teve Heaven Scent como um dos melhores singles do ano. Na seqüência, Lee Burridge, Craig Richards e Danny Howels vêem suas carreiras decolar, os dois primeiros graças a Tyrant, festa de Sasha, onde eram residentes; e o último graças a Bedrock, clube onde era residente. Enquanto isso o selo de Digweed lançava singles de primeira, como os de Jimmy Van M, Austin Leeds, Moonface e Steve Lawler, além do seu Bedrock, com Voices.
Outro responsável pela volta do House Progressivo foi o alemão Timo Maas, como sua versão de Dooms Night para Azzido da Bass, além de seus próprios singles como Ubik, Riding on a Storm, The Dance e Der Scheiber. Outros nomes são Anthony Pappa, Peace Division, Cass & Slide, Tilt, FC Kahuna, Medway, James Holden, Schiller, DJ Remy e Sander Kleinenberg.
Umas das coisas mais interessantes no House Progressivo é que ele não é um som tão fácil de rotular ou definir a partir de certos sons, técnicas de produção, tipo de batida ou velocidade de bpm. Isso faz com que coisas diferentes entrem nos sets de DJ's de House Progressivo, assim como muitos DJ's do mais diversos estilos sempre acabam hora ou outra tocando algum hit "progressivo".
Logo em seguida, apareceram na Inglaterra vários discos com a mesma proposta: pegar o House estado-unidense e dar a ele uma cara mais viajandona, abusando de efeitos de estúdio, de acordes agressivos e arranjos sofisticados. As principais inspirações eram o Dub e o Trance, que estava nascendo na Europa. O Progressivo surgiu como oposição ao Breakbeat Hardcore do The Prodigy e Altern 8, que dominavam as festas naquele tempo, virando mania nos clubes ingleses.
Por volta de 1994, ele deu uma saturada, pois parte dele ficou andando em círculos enquanto a outra havia sido comercializado demais e podia-se ouvir seus timbres em várias músicas da parada pop inglesa. Artistas como Leftfield, Underworld e Slam, que no começo alavancaram o House Progressivo, estavam buscando outro rumos.
Em 1998, é lançado Scared, do Slacker, e com isso o termo "Progressivo" volta à cena. Sasha, com seus remixes e long sets, abandonava de vez o Trance, que caracterizou seus sets entre 1994 e 1998, e investia num som mais trabalhado, de evoluções harmônicas mais discretas. E, em Londres, Digweed alavanca seu projeto "Bedrock", que era o nome do seu clube semanal, selo e o projeto de estúdio. Esse último teve Heaven Scent como um dos melhores singles do ano. Na seqüência, Lee Burridge, Craig Richards e Danny Howels vêem suas carreiras decolar, os dois primeiros graças a Tyrant, festa de Sasha, onde eram residentes; e o último graças a Bedrock, clube onde era residente. Enquanto isso o selo de Digweed lançava singles de primeira, como os de Jimmy Van M, Austin Leeds, Moonface e Steve Lawler, além do seu Bedrock, com Voices.
Outro responsável pela volta do House Progressivo foi o alemão Timo Maas, como sua versão de Dooms Night para Azzido da Bass, além de seus próprios singles como Ubik, Riding on a Storm, The Dance e Der Scheiber. Outros nomes são Anthony Pappa, Peace Division, Cass & Slide, Tilt, FC Kahuna, Medway, James Holden, Schiller, DJ Remy e Sander Kleinenberg.
Umas das coisas mais interessantes no House Progressivo é que ele não é um som tão fácil de rotular ou definir a partir de certos sons, técnicas de produção, tipo de batida ou velocidade de bpm. Isso faz com que coisas diferentes entrem nos sets de DJ's de House Progressivo, assim como muitos DJ's do mais diversos estilos sempre acabam hora ou outra tocando algum hit "progressivo".
Raízes do electro-house:
O mais óbvio percursor da cena electro-house moderna é o movimento electroclash, movimento no início dos anos 2000, e é claro a house music em sua estrutura, sem a harmonia.
Origens estilísticas
Tech house, Electroclash, House progressivo, Electro, Acid house, EBM.
O mais óbvio percursor da cena electro-house moderna é o movimento electroclash, movimento no início dos anos 2000, e é claro a house music em sua estrutura, sem a harmonia.
Origens estilísticas
Tech house, Electroclash, House progressivo, Electro, Acid house, EBM.
Acid house: Acid house é um estilo da música eletrônica, sub-vertente da house. A Acid House teve sua primeira aparição no meio dos anos 80, num trabalho chamado "Acid Traxx", feito pelos produtores de Chicago DJ Pierre, Adonis, Farley Jackmaster Funk e Phuture (esse último que levou nome da música que virou clássico). O Acid House é a mistura de elementos da house com o som pesado e graves fundos do sintetizador Roland TB-303. O termo "acid" deriva do consumo de várias drogas de festa, tais como o LSD (chamado vulgarmente de "ácido") e o Ecstasy. Esse estilo era exclusivamente um fenômeno de Chicago, mas rapidamente os singles cruzaram o Atlântico e a Acid House assumiu o controle nas festas em Londres em 1987. A partir daí, a acid house ficou conhecida. O smiley, um sorriso dentro de uma bola amarela, virou emblema dos adeptos do acid house e era estampado em camisas. Porém, a fim de 1989, este estilo caiu no abandono, como o desenvolvimento de outros géneros que ocuparam o mainstream.
Acid Break: É a fusão do Acid House com suas sustentação rítmica feita por contrabaixos eletrônicos, sons distorcidos de guitarras dos anos 60 e baterias programadas, normalmente criado com o TB303 da Roland, com as batidas quebradas do Breakbeat.
Soulful House: O estilo de House com forte influencia da Soul Music americana. Herdeiro do Garage House, tem nos DJs de New York seus maiores representantes.
Neo-Jazz-House
Deep House: Estilo mais introspectivo de House até ao momento. Como o nome indica, baseia-se em sons profundos e calmos, sobre a batida 4/4 característica do House. É representado por diversas escolas com referencias diferentes, do mais orgânico ( West Coast) ao sintético ( Berlin, Londres).
House Music
Origens estilísticas: Disco Music • Funk • Soul • Synthpop • Electro • New Wave
Contexto cultural: final da década de 1970 • início da década de 1980, Chicago, Estados Unidos
Instrumentos típicos: Sampler • Caixa de ritmos • Sintetizador • Sequenciador
Popularidade: Mundialmente Popular
Formas derivadas: Rave • Garage
Subgêneros: Acid house • Balearic beat • Dark house • Diva house • Microhouse • Progressive house • Electro house • Dream house • Tribal house • Disco house • Vocal house • Hardbag • Grind house
Gêneros de fusão: Ambient house • Deep house • Funky house • Ghetto house • Hip house • Latin house • Tech house • Skacid

