terça-feira, 14 de abril de 2009

Biografia do House

A House Music nasceu em Chicago na primeira metade da década de 1980. A origem do nome se deu devido a esse novo estilo de dance music que surgia e começava a ser tocada no night club chamado Warehouse. Os frequentadores da casa iam às lojas de discos a procura das músicas que ouviam no club e pediam por "aquela música da Warehouse", até as lojas começarem a encurtar o nome de Warehouse Music, para apenas HOUSE. Muitos dizem que o House Music é uma vertente da disco music dos anos 70, pois foram estilos de música quase que contemporâneos. Frankie Knuckles é aclamado por muitos como o "pai" da House Music, ele que é um dos pioneiros deste gênero juntamente com outros nomes como Tony Humphries. Atualmente existem muitas sub-vertentes do house, tais como: Funky-House, Tech-House, Disco-House, Progressive House, Electro-House, Acid house, Acid Break, Soulful House, Neo-Jazz-House, Deep House, entre outros.
O elemento comum de quase toda a "house music" é uma batida 4/4 gerada numa bateria eletrônica, completada com uma sólida (muitas vezes também gerada eletronicamente) linha de baixo e, em muitos casos, acréscimos de "samplers", ou pequenas porções de voz ou de instrumentos de outras músicas. Representa, de certa forma, também uma evolução da disco music dos anos 70. A maioria dos projetos (desenvolvidos por DJs e produtores) e grupos de house music têm como origem a Itália, a Alemanha, a Bélgica, além dos EUA e Reino Unido.

Funky-House
Tech-House
Disco-House
Progressive House: A história do House Progressivo começa no início da década de 90. O primeiro trabalho a levar este nome é o Not Forgotten, o primeiro single do Leftfield (que hoje em dia faz um som mais para o Electro, Dub e o Techno).
Logo em seguida, apareceram na Inglaterra vários discos com a mesma proposta: pegar o House estado-unidense e dar a ele uma cara mais viajandona, abusando de efeitos de estúdio, de acordes agressivos e arranjos sofisticados. As principais inspirações eram o Dub e o Trance, que estava nascendo na Europa. O Progressivo surgiu como oposição ao Breakbeat Hardcore do The Prodigy e Altern 8, que dominavam as festas naquele tempo, virando mania nos clubes ingleses.
Por volta de 1994, ele deu uma saturada, pois parte dele ficou andando em círculos enquanto a outra havia sido comercializado demais e podia-se ouvir seus timbres em várias músicas da parada pop inglesa. Artistas como Leftfield, Underworld e Slam, que no começo alavancaram o House Progressivo, estavam buscando outro rumos.
Em 1998, é lançado Scared, do Slacker, e com isso o termo "Progressivo" volta à cena. Sasha, com seus remixes e long sets, abandonava de vez o Trance, que caracterizou seus sets entre 1994 e 1998, e investia num som mais trabalhado, de evoluções harmônicas mais discretas. E, em Londres, Digweed alavanca seu projeto "Bedrock", que era o nome do seu clube semanal, selo e o projeto de estúdio. Esse último teve Heaven Scent como um dos melhores singles do ano. Na seqüência, Lee Burridge, Craig Richards e Danny Howels vêem suas carreiras decolar, os dois primeiros graças a Tyrant, festa de Sasha, onde eram residentes; e o último graças a Bedrock, clube onde era residente. Enquanto isso o selo de Digweed lançava singles de primeira, como os de Jimmy Van M, Austin Leeds, Moonface e Steve Lawler, além do seu Bedrock, com Voices.
Outro responsável pela volta do House Progressivo foi o alemão Timo Maas, como sua versão de Dooms Night para Azzido da Bass, além de seus próprios singles como Ubik, Riding on a Storm, The Dance e Der Scheiber. Outros nomes são Anthony Pappa, Peace Division, Cass & Slide, Tilt, FC Kahuna, Medway, James Holden, Schiller, DJ Remy e Sander Kleinenberg.
Umas das coisas mais interessantes no House Progressivo é que ele não é um som tão fácil de rotular ou definir a partir de certos sons, técnicas de produção, tipo de batida ou velocidade de bpm. Isso faz com que coisas diferentes entrem nos sets de DJ's de House Progressivo, assim como muitos DJ's do mais diversos estilos sempre acabam hora ou outra tocando algum hit "progressivo".
Electro-House: A história do House Progressivo começa no início da década de 90. O primeiro trabalho a levar este nome é o Not Forgotten, o primeiro single do Leftfield (que hoje em dia faz um som mais para o Electro, Dub e o Techno).
Logo em seguida, apareceram na
Inglaterra vários discos com a mesma proposta: pegar o House estado-unidense e dar a ele uma cara mais viajandona, abusando de efeitos de estúdio, de acordes agressivos e arranjos sofisticados. As principais inspirações eram o Dub e o Trance, que estava nascendo na Europa. O Progressivo surgiu como oposição ao Breakbeat Hardcore do The Prodigy e Altern 8, que dominavam as festas naquele tempo, virando mania nos clubes ingleses.
Por volta de
1994, ele deu uma saturada, pois parte dele ficou andando em círculos enquanto a outra havia sido comercializado demais e podia-se ouvir seus timbres em várias músicas da parada pop inglesa. Artistas como Leftfield, Underworld e Slam, que no começo alavancaram o House Progressivo, estavam buscando outro rumos.
Em
1998, é lançado Scared, do Slacker, e com isso o termo "Progressivo" volta à cena. Sasha, com seus remixes e long sets, abandonava de vez o Trance, que caracterizou seus sets entre 1994 e 1998, e investia num som mais trabalhado, de evoluções harmônicas mais discretas. E, em Londres, Digweed alavanca seu projeto "Bedrock", que era o nome do seu clube semanal, selo e o projeto de estúdio. Esse último teve Heaven Scent como um dos melhores singles do ano. Na seqüência, Lee Burridge, Craig Richards e Danny Howels vêem suas carreiras decolar, os dois primeiros graças a Tyrant, festa de Sasha, onde eram residentes; e o último graças a Bedrock, clube onde era residente. Enquanto isso o selo de Digweed lançava singles de primeira, como os de Jimmy Van M, Austin Leeds, Moonface e Steve Lawler, além do seu Bedrock, com Voices.
Outro responsável pela volta do House Progressivo foi o alemão
Timo Maas, como sua versão de Dooms Night para Azzido da Bass, além de seus próprios singles como Ubik, Riding on a Storm, The Dance e Der Scheiber. Outros nomes são Anthony Pappa, Peace Division, Cass & Slide, Tilt, FC Kahuna, Medway, James Holden, Schiller, DJ Remy e Sander Kleinenberg.
Umas das coisas mais interessantes no House Progressivo é que ele não é um som tão fácil de rotular ou definir a partir de certos sons, técnicas de produção, tipo de batida ou velocidade de
bpm. Isso faz com que coisas diferentes entrem nos sets de DJ
's de House Progressivo, assim como muitos DJ's do mais diversos estilos sempre acabam hora ou outra tocando algum hit "progressivo".
Raízes do electro-house:
O mais óbvio percursor da cena electro-house moderna é o movimento electroclash, movimento no início dos anos 2000, e é claro a house music em sua estrutura, sem a harmonia.
Origens estilísticas
Tech house, Electroclash, House progressivo, Electro, Acid house, EBM.
Acid house: Acid house é um estilo da música eletrônica, sub-vertente da house. A Acid House teve sua primeira aparição no meio dos anos 80, num trabalho chamado "Acid Traxx", feito pelos produtores de Chicago DJ Pierre, Adonis, Farley Jackmaster Funk e Phuture (esse último que levou nome da música que virou clássico). O Acid House é a mistura de elementos da house com o som pesado e graves fundos do sintetizador Roland TB-303. O termo "acid" deriva do consumo de várias drogas de festa, tais como o LSD (chamado vulgarmente de "ácido") e o Ecstasy. Esse estilo era exclusivamente um fenômeno de Chicago, mas rapidamente os singles cruzaram o Atlântico e a Acid House assumiu o controle nas festas em Londres em 1987. A partir daí, a acid house ficou conhecida. O smiley, um sorriso dentro de uma bola amarela, virou emblema dos adeptos do acid house e era estampado em camisas. Porém, a fim de 1989, este estilo caiu no abandono, como o desenvolvimento de outros géneros que ocuparam o mainstream.
Acid Break: É a fusão do Acid House com suas sustentação rítmica feita por contrabaixos eletrônicos, sons distorcidos de guitarras dos anos 60 e baterias programadas, normalmente criado com o TB303 da Roland, com as batidas quebradas do Breakbeat.
Soulful House: O estilo de House com forte influencia da Soul Music americana. Herdeiro do Garage House, tem nos DJs de New York seus maiores representantes.
Neo-Jazz-House
Deep House: Estilo mais introspectivo de House até ao momento. Como o nome indica, baseia-se em sons profundos e calmos, sobre a batida 4/4 característica do House. É representado por diversas escolas com referencias diferentes, do mais orgânico ( West Coast) ao sintético ( Berlin, Londres).

House Music
Origens estilísticas:
Disco MusicFunkSoulSynthpopElectroNew Wave
Contexto cultural: final da década de 1970 • início da década de 1980, Chicago, Estados Unidos
Instrumentos típicos: SamplerCaixa de ritmosSintetizadorSequenciador
Popularidade: Mundialmente Popular
Formas derivadas: Rave • Garage
Subgêneros: Acid house • Balearic beat • Dark house • Diva house • Microhouse • Progressive houseElectro house • Dream house • Tribal house • Disco house • Vocal house • Hardbag • Grind house
Gêneros de fusão: Ambient house • Deep house • Funky house • Ghetto house • Hip house • Latin house • Tech house • Skacid

Biografia do Trance

O trance psicodélico (ou psy trance) é uma forma de música eletrônica desenvolvida no fim dos anos 1980 em Israel a partir do Goa trance. Este estilo tem uma batida rápida, além da batida forte de kick, que algumas vezes difere da batida do techno por ter um alcance de freqüência um pouco mais alto além dos sons graves. O trance psicodélico é freqüentemente tocado em festivais ao ar livre (longe de grandes centros urbanos), que podem durar vários dias, com a música tocando 24 horas por dia.

O surgimento do estilo no Brasil
Em Trancoso, sul da Bahia, reduto hippie dos anos 1960 e 1970, o trance psicodélico apareceu no final da década de 1980, logo após seu desenvolvimento em Goa, com a vinda de estrangeiros. Já na década seguinte, apareciam as primeiras raves no estado de São Paulo. No final dos anos 1990 e início do século XXI, no Brasil o estilo se tornou popular com diversos festivais e festas reunindo mais de vinte mil pessoas ocorrendo ao longo do ano e em diversas metrópoles do país, e cada vez mais ganhando aceitação do público em geral. Grandes artistas como GMS, Infected Mushroom, Skazi, Eskimo, Talamasca vêm freqüentemente ao país, às vezes mais de três vezes ao ano em festivais como Orbital, Experience, Tribe, entre muitos outros.

Vertentes do estilo
É um dos mais populares estilos de música eletrônica nos últimos anos, e vem sendo tocado desde raves específicas para este estilo até clubes mais comerciais. É bastante psicodélico, tendo como característica principal a idéia de transe em que o ouvinte entra, embalado pelas linhas repetidas ao longo das batidas da música. Desde o seu surgimento, o trance
já passou por várias mudanças. De acordo com os detalhes em sua estrutura, podem ser dos estilos Progressive, Dark e Psychodelic, entre outros. Cada vertente tornou-se independente, formando uma escola para os artistas envolvidos. Sendo assim, é possível acompanhar a evolução da cena psicodélica em particular.
Dentro da cena atual, a produção de música eletrônica é abundante e rica em qualidade, dividindo-se nitidamente em três fortes correntes principais: Full On, Progressive e Dark.

Full On

É a vertente mais pesada e rápida do Psy Trance. Seus baixos são corridos com muitas variações de tons e por uma grande oscilação entre momentos de euforia total e melodias bem trabalhadas. É sem dúvida um som que tem um apelo dançante. É extrovertido e convidativo à expressão corporal da dança. Seus elementos vão entrando, cada um em seu tempo, até que a música enche, e então explode. Alguns da vertente são o Absolum, Alien Project, Rafa aka Hibotic, GMS, Fuzzy Project, Infected Mushroom, Logic Bomb,Phantasmatic, Duo Sensuality, Sesto Sento, Parasense, Astrix, Talamasca, Sub6, 1200 Mics, Eskimo,Ganjasonic,Growling Machines e Dynamic.
O Full On se divide em:

Morning: sub-vertente que é mais comum no período da manhã nas festas, com muito groove e muita melodia. A maior parte dos "mornings" vem de Israel. Artistas como Astrix, Vibe Tribe, Melicia, Psydrop, DNA e Sesto Sento apostam no "morning" com seus ritmos altamente melódicos. Expoentes de "morning" de outros países também se destacam, como por exemplo, o Protoculture (África do Sul), Bamboo Forest (França) e Orbital Vision (Brasil).

High Tech: sub-vertente muito comum no período da tarde nas festas, é derivado do morning, e tem mais efeitos eletrônicos. Os maiores produtores de "high tech" são Israelenses como Perplex, Phanatic, Freedom Fighters, Ananda Shake, tendo outros bons produtores de várias nacionalidades.

Night: sub-vertente que se destaca pelo mix de elementos do Dark Trance (batidas pesadas, sintetizadores sombrios) com um ritmo mais acelerado, poucas melodias e é mais dançante. O projeto mais conhecido de night, embora muitos o considerem "dark" é o Shift. Alguns artistas da sub-vertente: Winter Demon, Azax Syndrom, Damage, Seroxat, Iron Madness, Neuromotor, Menog, Abomination e Fungus Funk.

Groove: sub-vertente que não distingue "night" ou "morning", tem como principal idealizador o projeto francês Talamasca é bem aceita em qualquer horário, utiliza também muito sintetizador, muita explosão, linhas de baixo mais encorpadas e pesadas de fácil assimilação. Projetos como "Shove", "Flip Flopt", "Twenty Eight", "The First Stone", "Overclock", "Mental Broadcast", Intelabeam, Rampage, Wrecked Machines, Audio-X, Element Project e Freakulizer são alguns exemplos.

Progressive

Vertente mais calma, lenta e extremamente lisérgica do Psy Trance. A oscilação é deixada de lado, o som é mais constante, retilíneo e crescente. É uma música introspectiva, que busca equalizar as ondas do cérebro, e assim, chegar a um estado meditativo da dança. É o som típico de fim de tarde no qual, depois do Dark e do Full On, é muito aceita para descansar o corpo e a mente. Tem um kick bem leve e um baixo bem grooveado, passando por diversos tons que empolgam seu ritmo dançante. Exemplos são os produtores do Beat Bizarre, Zion in Mad, Metapher, Bitmonx, Ace Ventura, Ticon e Atmos. O "prog" mescla várias vertentes e sub-vertentes da música eletrônica podendo caminhar entre o prog house, prog psy e prog dark, estando todos englobados no mesmo estilo (não há como classificar ou haveriam nomenclaturas enormes do tipo minimal-progressive-electro-breaks).
Dark

Vertente que possui um caráter sombrio, escuro e sinistro, ao contrário do Morning Trance que tem melodias bem alegres. Caracteriza-se por apresentar efeitos curtos e rápidos apresenta amostras de sons macabros de filmes como: gritos, risadas, sons de animais e interjeições. Geralmente se ouve nas noites das festas. Além disto, apresenta sintetizadores característicos de efeitos de terror em filmes e cada música tem um compasso bem diferenciado, podendo ser dançante ou não (nos casos mais pesados ou muito acelerados).

Todas essas vertentes se completam, cada uma com seu momento dentro do ritual. A celebração psicodélica precisa tanto dos momentos de euforia e dança que o Full On proporciona no auge da festa, assim como do som barulhento e sinistro do Dark, além dos insights meditativos do Progressive após a energia ser trabalhada. Tudo no seu tempo e com muita harmonia.


“Podem nos chamar de loucos mas se a nossa música não tem letra há uma razão. (...) Nossa música diz tudo sem falar nada!”

segunda-feira, 13 de abril de 2009

The Inner Light

Artista: Sesto Sento
Título do Álbum: The Inner Light
Ano de Lançamento: 2002
Gênero: Psy Trance
Tamanho Total: 97 MB
Gravadora: Com.Pact Records
MySpace/Site: sestosento



Tracklist:

01 - Ray Of Medication
02 - Run On Green
03 - Freakshow
04 - Snoofkin Back
05 - Follow Me
06 - Goadzilla
07 - Snail Of A Tale
08 - Spank To Tor
09 - Getting Fused

Informações: Em novembro de 2002, os irmãos Matan Kadosh, Itai Spector e Aviram Saharai lançaram seu primeiro álbum: The Inner Light. - Pela gravadora Com.Pact Records. O álbum teve um número de vendas assustador, levando o grupo Sesto Sento a outros patamares, tendo hoje em dia uma agenda agitada, se apresentando em diversos festivais em todos os cantos do mundo.

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